Ben Goertzel fala de AGI (Artificial General Intelligence) na Fastforward Radio

10:25 am Inteligência Artificial

A notícia e o mp3 com a discussão no Talk Show estão disponíveis para download em

http://ieet.org/index.php/IEET/more/ffr0809/

O programa tem cerca de 1 hora e meia e conta com a participação de Eliezer Yudkowsky, James Hughes e, claro, Ben Goertzel.

4 Respostas
  1. Cláudio :

    Date: novembro 30, 2009 @ 9:55 pm

    DA INCONFIDÊNCIA À SINGULARIDADE
    Interessante a notícia, aprecio bastante os esforços de Ben Goertzel para criação de AGI, pois temos uma ideia, ainda que inexata, do impacto que isso causará na sociedade futura, principalmente quanto à possibilidade de promoção do bem-estar humano.
    Interessante que descobri, se não me equivoco, que Ben Goertzel publicou trabalhos e compartilha projetos (inclusive o OpenCog) com o pessoal da VettaLabs.
    Fiquei conhecendo o Ben Goertzel através da leitura de Kurtzweil.
    Um abraço aos pioneiros mineiros!

  2. Murilo Queiroz :

    Date: dezembro 1, 2009 @ 8:56 am

    Oi Cláudio,

    Nós trabalhamos continuamente com o Ben Goertzel há mais de dez anos (desde antes da criação do Vetta Labs).

    Vários projetos e idéias dele são implementados pela nossa equipe aqui no Brasil. Já implementamos projetos do Ray Kurzweil também.

    Murilo Queiroz

  3. Cláudio :

    Date: dezembro 1, 2009 @ 9:03 am

    Acho que seria pertinente divulgar aqui, neste comentário, a excelente entrevista de Miguel Nicolelis ao Estadão, tratando da “morte” da AI tradicional: http://ow.ly/Hhcb (“Os computadores do futuro serão inspirados na dinâmica do cérebro”, diz Nicolelis).
    Sempre tive um pouco esta intuição a respeito da AGI, a desproporção entre a simplicidade das redes neurais artificiais e a riqueza do “tear encantado” que é cérebro.
    Interessante, ainda, o comentário ligeiramente positivo que Nicolelis faz respeito das previsões de Kurzweil, geralmente visto como pura ficção por círculos mais tradicionais.

  4. Cláudio :

    Date: janeiro 10, 2010 @ 5:04 pm

    É um orgulho saber que temos, no Brasil, pessoas que estão na fronteira da ciência, trabalhando em temas tão intelectualmente instigantes como estes.
    Eu vi uma palestra do Ben Goertzel (http://video.google.com/videoplay?docid=760505614870506496#) em que ele fala sobre a criação de um “bebê AI”, que, crescido, poderia tornar-se em um “cientista artificial”.
    É um projeto ambicioso e, ainda que não se atinja com esta abordagem o alvo da AGI, muitas conquistas proveitosas podem ser feitas no meio do caminho.
    Pergunto-me, no entanto, se a nova abordagem do MIT (Mind Machine Project – http://mmp.cba.mit.edu), blogada em http://investiga-ia.blogspot.com, não seria igualmente, ou mais, interessante. Por exemplo, reunir esforços para a construção de assistentes cognitivos, já que o envelhecimento vai ser um grande problema nas próximas décadas. Para isso não seria necessário emular todo o cérebro, mas apenas algumas funções que vão sendo perdidas.
    Mas a ideia de um cientista artificial é muito criativa. A maior invenção de todas é uma invenção que faz invenções, assim como o melhor desejo que se poderia formular para um gênio da lâmpada é que infinitos desejos (e não apenas um ou três) pudessem ser formulados e realizados.
    Um abraço e meus parabéns!