Como a NFL monta o cronograma de seus jogos

A NFL, a liga norte-americana de futebol americano (nada mais americano que isto), até pouco tempo atrás, programava seu calendário de jogos da mesma forma como a grande maioria das pessoas programam suas agendas: se trancando numa sala por horas para sair com um documento que invariavelmente terá que ser modificado.

The process was kind of secretive,” says Michael North, the NFL’s director of broadcast planning and scheduling, who’s been with the league for 15 years. “We would go into the room, lock the door and emerge 10 weeks later: ‘Here’s your schedule. Play it.’”

Afinal, “scheduling” é complexo, o mundo real e a logística envolvida é complicada e computadores não dão conta, não é mesmo?

Isso até bem pouco tempo atrás.

Eis que um dia, bate à porta da NFL um sujeito canadense chamado Rick Stone, que havia desenvolvido um sistema para agendar o calendário da NFL, levando em conta todas as restrições do mundo real e maximizando, claro, o lucro da NFL.

“More than anything, Rick has developed a tool to prioritize, in any given season, certain factors and constraints that lets us figure out which of these schedules are delivering as close to optimal as we can get.”

Pode parecer uma tarefa fácil, mas tente conciliar as agendas de dezenas de times com as agendas das emissoras de rádio e TV com a proximidade de feriados, a concorrência de outros esportes pelo mesmo espaço de mídia e atenção de público. Para ser mais exato, o sistema leva em consideração cerca de 6000 fatores para montar uma grade de 256 jogos.

Para saber mais sobre esta curiosa história, confira aqui.

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