Daphne Koller

é mais uma daquelas mentes brilhantes que trazem um certo orgulho aos brasileiros.

Daphne, aos 12 anos, começou a se interessar por computação (1981). De lá prá cá, teve uma carreira em rápida ascensão, e hoje, aos 39, é professora em Stanford (entrou no departamento de ciência da computação em Setembro de 95), onde faz parte do laboratório de robótica.

E virou notícia dia 28 de Abril (site da ACM) quando recebeu seu ACM-Infosys Foundation Award in Computing Sciences pelos seu trabalho integrando técnicas de IA com formas de resolver problemas do mundo real. Mais especificamente, a Infosys Foundation pagou para ela US$ 150.000, uma mixaria diante dos US$ 500.000 que ela havia recebido em 2004 pela Fundação MacArthur. E a notícia chegou aqui, via New York Times ontem, dia 4 de Maio.

Daphne tem uma vasta gama de interesses, principalmente em redes bayesianas (que ganharam popularidade com os filtros anti-spam), biologia computacional, visão computacional, robótica e percepção, aprendizado supervisionado, lógica probabilística, tomada de decisão e muitos et ceteras que muito nos interessam.

Ave Daphne, aqueles que se esforçam te saúdam. :-D

Biografia, Biotecnologia, Inovação, Inteligência Artificial, Linguagem Natural, Probabilidade 0 Comentários